Quando eu morrer
Quero rosas brancas e vermelhas,
Todos os amigos ao redor de uma mesa,
Eles são poucos,
Da pra contar nos dedos de uma mão,
E pra cada um
Dou meu coração.
Minha família
Ao dizer isso
Me acharão egoísta,
Mas não admitirei falsidade,
Nem por parte de minha amizade.
Quero que pela porta da frente
Entre solenemente
Ele, que apesar de tudo,
Melhorou o meu mundo.
É alguém que conheci,
Ele é um humano,
Nem sei!
Acho que é um anjo,
Anjo-humano
E menino-muleque.
Com seu amor soberano
Me fez ter planos,
É complicado o que digo,
Sinto como um castigo
Quando não consigo um abrigo
Por ter um sentimento perigoso,
Amor poderoso,
Um futuro misterioso
E um presente doloroso.
Sim!
Espero que não deixem pra quando eu morrer
Pra dizer que alguém me ama,
Nem depois que estiver sobre uma cama.
Sejam sinceros ao meu respeito,
Que houveram horas em que tive medo,
Fui patinho-feio,
Que fui complicada,
Muito brava,
Metida,
Mas que fui amiga,
Cúmplice
E que morria de ciúmes.
Quero que saibam que a todos amo,
Mas que por muitas vezes,
Até por não conseguir,
Guardei rancores,
Mas tive meus amores.







