Escutei certa vez
Que a mulher nasce
Pra morrer de amor...
Pera! Uma coisa por vez
Quem fez essa lei?
Nascemos na dor,
Vivemos como for
E morremos por amor?
Estou incrédula!
Que forma é essa?
Mas que maneira é certa?
Viver na boléia
Ou se jogar do caminhão
Sem culpa no coração
Rezando pra que não chegue o chão
E sempre com destino em vão?
A custa do sangue que na veia pulsa
Acabando por fim na utopia
Que é acreditar na vida
Tomando como gosto e hobby
Admirar a água que pelo rosto escorre.
Mas se eu disser que tudo é mentira
Que uma mulher jamais trairia
Eu estaria me contra-dizendo?
É, assumo isso com certo lamento...
A mulher sofre por não saber
Do que é capaz
E isso ao homem um tanto satisfaz.

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