E até mesmo nada
Como a saudade de ser amada
A vaga lembrança
Que me faz virar criança.
Diante de beijos delicados
Se me arrependo de algo
É quando anoitece
Não ter passado o dia
Em sua companhia.
Não consigo te odiar
Só quero te esquecer.
Meu coração está em ruínas
Meu segredo é a sina
Recados me fazem suspirar
Olho o telefone, o vejo tocar,
Corro, não é você.
Cada letra de minhas poesias
São lágrimas,
Lágrimas de dor,
Dor tamanha que me faz soluçar
Que chega a dar vontade de gritar,
Gritar que existo!
Que sou de carne!
Que tenho sentimentos
E que sofrer dói,
Até mesmo em mim.
Sou tão “forte”,
Estou desarmada e sem escudo,
To levando na cara
Com as mãos amarradas
Por um destino covarde
Que sonhei, acordei
E descobri que era verdade
E que existe um ladrão
Chamado saudade.

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